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terça-feira, 25 de novembro de 2014

O Lado Bom da Vida


Por conta de algumas atitudes erradas que deixaram as pessoas de seu trabalho assustadas, Pat Solitano Jr. (Bradley Cooper) perdeu quase tudo na vida: sua casa, o emprego e o casamento. Depois de passar um tempo internado em um sanatório, ele acaba saindo de lá para voltar a morar com os pais. Decidido a reconstruir sua vida, ele acredita ser possível passar por cima de todos os problemas do passado recente e até reconquistar a ex-esposa. Embora seu temperamento ainda inspire cuidados, um casal amigo o convida para jantar e nesta noite ele conhece Tiffany (Jennifer Lawrence), uma mulher também problemática que poderá provocar mudanças significativas em seus planos futuros.

Observação do autor do blog: O Lado Bom da Vida é um filme que te faz rir e pensar ao mesmo tempo nas dificuldades que pessoas com algum distúrbio psicológico tem de enfrentar todos os dias, as dificuldades que a vida nos apresenta e que temos que ter força sempre, para superá-los. A família que também é atingida por esse problema que hoje é o mal do século, a depressão. Ótimo filme, uma das comédias românticas mais surpreendentes que já vi.

Shaolin


Em meio a disputas de clãs pelo poder, o arrogante general Hou Jie acaba matando um mestre Shaolin durante uma batalha. Mas quando ele é traído e sua família assassinada, o povo Shaolin o acolhe. O general acaba se unindo aos monges para lutar contra os clãs que têm causado sofrimento aos civis.

Observação do autor do blog: o filme possui um roteiro muito bom, diferente da maioria dos filmes de luta que só se baseiam em pancadaria sem sentido. É comovente e muito rico visualmente. Shaolin é a prova de que todos podemos nos redimir de nossos erros.

domingo, 16 de novembro de 2014

O Clã das Adagas Voadoras


No ano de 859 a China passa por terríveis conflitos. A dinastia Tang, antes próspera, está decadente. Corrupto, o governo é incapaz de lutar contra os grupos rebeldes que se insurgem. O mais poderoso e prestigiado deles é o Clã dos Punhais Voadores. Leo (Andy Lau) e Jin (Takeshi Kaneshiro), dois soldados do exército oficial, recebem a missão de capturar o misterioso líder dos Punhais Voadores e para tanto elaboram um plano: Jin se disfarça como um combatente solitário, ganha a confiança da bela revolucionária cega Mei (Zhang Ziyi) e, assim, infiltra-se no grupo. Mas a dupla não contava com a paixão que Mei despertaria nos dois.

Observação do autor do blog: um filme maravilhoso, perfeito por assim dizer. Roteiro perfeito, comovente, aventureiro e dramático, tudo ao mesmo tempo. Figurino incrível, perfeito, cheio de detalhes e delicadezas. A trama é envolvente e as cenas de luta são de tirar o fôlego. Um filme completo com ação, aventura, drama e romance. Sem falar na trilha sonora em que Kathleen Battle se torna a voz do amor entre Jin e Mei.

Não me Abandone Jamais


Ruth (Keira Knightley), Tommy (Andrew Garfield) e Kathy (Carey Mulligan) cresceram juntos em um internato cheio de disciplinas rígidas nas questões da alimentação e na manutenção do corpo saudável. Criados, praticamente, sem contato com o mundo exterior na misteriosa escola, os três sempre foram muito unidos, mas uma revelação surpreendente sobre doação de órgãos e o objetivo de suas vidas pode mudar o rumo da história. Ainda mais pelo clima de romance entre Ruth (Keira) e Tommy (Andrew) incomodar cada vez mais Kathy (Carey).

Observação do autor do blog: é uma história comovente e revoltante, visto que não deve ter fugido muito da realidade da época, embora eu não tenha dúvidas de que ainda existam casas como a instituição em que eles foram criados, tudo por baixo dos panos. É um bom filme, com um final triste.

Beautiful Boxer


É a história verídica de Nong Toom, um famoso lutador de Muay Thai que se tornou atleta para conseguir juntar dinheiro para ajudar a sua família (oriundo de um meio extremamente pobre) e submeter-se a uma operação de mudança de sexo (daí o título sugestivo, Beautiful Boxer).

Observação do autor do blog: no começo do filme não criei expectativa alguma, por ser um filme asiático mas, no decorrer da história de Nong Toon me senti apaixonado pela vida e pela pessoa que Parinya Charoenphol se tornou. Ela é apaixonante do começo ao fim do filme. Presa dentro do corpo de Toon. A transexualidade é tratada aqui como algo comum (mesmo com os animais racionais debochando e ameaçando). É uma história muito bonita, delicada e sincera. Você, leitor, também vai se apaixonar por Parinya Charoenphol.
 


Transamérica




Bree Osbourne (Felicity Huffman) é uma orgulhosa transexual de Los Angeles, que economiza o quanto pode para fazer a última operação que a transformará definitivamente numa mulher. Um dia ela recebe um telefonema de Toby (Kevin Zegers), um jovem preso em Nova York que está à procura do pai. Bree se dá conta de que ele deve ter sido fruto de um relacionamento seu, quando ainda era homem. Ela, então, vai até Nova York e o tira da prisão. Toby, a princípio, imagina que ela seja uma missionária cristã tentando convertê-lo. Bree não desfaz o mal-entendido, mas o convence a acompanhá-la de volta para Los Angeles.

Laurence Anyways


Laurence (Melvil Poupaud) é um homem que deseja se tornar uma mulher. Em seu aniversário de 30 anos, ele revela para sua namorada Fred (Suzanne Clément) que irá fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Mesmo abalada com a revelação, a namorada resolve permanecer ao lado da pessoa que ama, que sofrerá bastante com a nova situação, tendo que lidar com preconceitos de familiares, amigos e colegas de trabalho. Contra tudo, eles tentarão provar que o amor deles pode superar todas as situações.

Observação do Autor do Blog: o filme é poético, tanto nas falas dos personagens como nas cenas mais fortes. Os olhos devem estar atentos, assim como a sensibilidade deve estar extremamente aguçada para vc entender o que o filme quer passar e compreender o que se passa na cabeça de Laurence e no coração de Fred (pronuncia-se 'frreda'). É comovente, mostra a realidade que não mudou desde os anos 90 até hoje. Nunca havia parado para assistir um filme francês, este me mostrou um novo sentido para a cinematografia francesa. Indico sem receios.